segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Saudade!

"Pois é que assim em ti eu me atirei
e fui te encontrar pra ver que eu me enganei

E de ter brincado sobre a sinceridade e dizer
Quase tudo quanto fosse natural.
Eu fui praí te ver, te dizer.

Deixa ser como será quando a gente se encontrar.
No pé o céu de um parque a nos testemunhar.
Deixa ser como será eu vou sem me preocupar.
E crer pra ver o quanto eu posso adivinhar

De perto eu não quis ver que toda anunciação era vã
fui saber tão longe mesmo você viu antes de mim.

E agora o que sobrou?
Um filme no close pro fim.

Deixa ser como será, tudo posto em seu lugar.
Então tentar prever serviu pra eu me enganar.
Deixa ser como será, eu já posto em meu lugar.
Num continente ao revés, em preto e branco em hotéis,
Numa moldura clara e simples sou aquilo que se vê.
"


RETRATO PRA IAIÁ (modificada por mim)
Marcelo Camelo e R. Amarante


Já fazia algum tempo que eu não escutava Los Hermanos...é deu saudade!
E essa música diz muito...

É isso!

PS: Lá Feliz Aniversário!!


Brasília, 15 de dezembro de 2008.




sexta-feira, 3 de outubro de 2008

andando por aí...

É sempre assim....um dia a gente acorda e percebe que nem sempre precisamos ficar fazendo aquilo que não gostamos. Então percebemos que a vida pode ser diferente, e tudo que acontece hoje é reflexo do que foi feito no passado, e percebemos que nem sempre fomos boas pessoas, não ajudamos quem precisava, não amamos quem deveríamos ter amado, sofremos sem necessidade e não plantamos coisas boas....depois colhemos sofrimento, e perguntamos até pra Deus, o porquê de tudo aquilo estar acontecendo...
Mas temos que pensar que por mais que não pedimos para aquelas coisas acontecerem, agimos de tal forma que foi entendido que queríamos que aquilo acontecesse, pois não é somente o que falamos que reflete no que vai acontecer daqui pra frente, é principalmente a forma como agimos...

Só uma pequena reflexão...por causa de tudo que acontece nas nossas vidas!

Faz tempo que não apareço por aqui...espero poder voltar mais vezes e com mais frequência!
Até!


Goiânia

Ao som de Elis Regina

terça-feira, 29 de abril de 2008

o que será agora?

Naquele dia ela estava pensativa...
Pensava em tudo que já aconteceu na sua vida e o que ela conseguiu aprender de verdade...aprendeu com seus erros? Nem sempre...aprendeu com os erros de seus pais? Dificilmente...mas mesmo assim ela tenta não repetir esses erros...
Só que na teoria tudo é bem mais fácil, na hora de viver e colocar em prática toda a teoria na sua caminhada da vida é difícil...mas quem disse que viver, que crescer seria fácil? Só não avisaram que seria tão difícil...mas a gente um dia acaba aprendendo.Acaba acostumando a fazer aquilo que a gente não gosta...mas será que isso tem que ser normal na nossa vida? Acostumar a fazer o que não gosta?Acostumar a sofrer e ficar mal por estar sempre tendo que fazer algo que não gosta mas que precisa ser feito?
Isso tudo é muito confuso...e a deixa confusa.
Tem dias que ela olha pra frente e não consegue ver aquilo com que sempre sonhou se realizar e isso a machuca muito.
Tem dias que ela não sabe mais o que fazer para poder continuar tendo forças pra fazer o que não gosta e ver tudo tão distante...

Isso é a vida?Isso é crescer?
Se ela soubesse que seria assim teria escolhido não crescer...mas nem sempre temos escolha não é mesmo?

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Miss Imperfeita

Estou um pouco sem inspiração...queria ter continuado a historinha...ter contado outras coisas...mas agora já passou muito tempo. E agora não quero falar da minha vida...recebi esse texto por e-mail e gostei muito...vou compartilhar por aqui...não quero encaminhar essa mensagem para os meus contatos...quero deixar aqui pra quem quiser entrar e ler...e é isso...


Miss Imperfeita

'Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. Uma imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado três vezes por semana, decido o cardápio das refeições, levo os filhos no colégio e busco, almoço com eles, estudo com eles, telefono para minha mãe todas as noites, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos, participo de eventos e reuniões ligados à minha profissão e ainda faço escova toda semana - e as unhas! E, entre uma coisa e outra, leio livros.

Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic. Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.

Primeiro: a dizer NÃO. Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO. Culpa por nada, aliás.

Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.

Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros. Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.

Você não é Nossa Senhora. Você é, humildemente, uma mulher.

E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável.

É ter tempo. Tempo para fazer nada. Tempo para fazer tudo. Tempo para dançar sozinha na sala. Tempo para bisbilhotar uma loja de discos. Tempo para sumir dois dias com seu amor. Três dias. Cinco dias! Tempo para uma massagem. Tempo para ver a novela. Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza. Tempo para fazer um trabalho voluntário. Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto. Tempo para conhecer outras pessoas. Voltar a estudar. Para engravidar. Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado. Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.

Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal. Existir, a que será que se destina? Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.

A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem. Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si. Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!

Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente. Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.

Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.

Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores. E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante'.

(Martha Medeiros)

terça-feira, 25 de março de 2008

...

Pausa pra postar uma coisinha engraçada....
A historinha terá continuação...



Goiânia
Ao som da TV...